A nossa casa, centro do nosso mundo, é um prolongamento físico de nós. Por isso, não é só o nosso corpo mas também a nossa casa que reflecte como vai a nossa alma ou a nossa saúde. Não me refiro à decoração, que essa reflecte os traços da nossa personalidade da nossa maneira de ser, mas antes à desarrumação/desorganização visível (ou não, caso estejamos a falar dos interior dos armários/móveis).
Trabalhei sempre fora de casa até há tomada de decisão que os nossos filhos seriam educados em casa. Até as crianças nascerem era fácil, mesmo muito fácil, organizar a casa, bastava ter a atenção de arrumar as coisas no mesmo lugar e mesmo que não o fizesse logo, não havia problema, mais tarde fazia tudo junto e sem grande esforço. Com eles ainda bebés a coisa também corria "sobre rodas", mas quando começaram a andar e a explorar o mundo ao seu redor as coisas começaram a complicar-se, para além de ter de modificar toda a casa nessa fase para não se magoarem nas coisas mais loucas que os ávidos dedinhos conseguem descobrir, nada parecia estar arrumado. Mas mesmo assim conseguia levar-se a coisa, mais ou menos atabalhoadamente. Foi nesse ponto que algumas coisas começaram a ficar para trás e outras mesmo diante dos nossos olhos, como algumas belíssimas pinturas murais (das quais infelizmente perdi as fotos) nas paredes da sala.
Mas foi quando fiquei em casa com eles que "de repente" a casa passou a ter "vida própria" e todo o conceito de arrumação e limpeza mudaram de figura.
Ando a precisar de inspiração na limpeza e manutenção da casa, alguma coisa que me faça não "descarrilar" facilmente.
Lembrei-me dos ensinamentos da Tia Verde Água do conto popular português "Os Dez Anõezinhos da Tia Verde Água" (podem ler aqui). É verdade que são bons conselhos mas não são suficientes.
Por isso tenho andado a explorar o Flylady (o grafismo e os vídeos são um bocadinho assustadores, mas os conselhos são eficazes). Essencialmente, neste sistema, falam na aquisição de hábitos na limpeza e manutenção da casa, a par da manutenção da auto-estima.
Se há uns anos me dissessem que um dia iria estar a escrever sobre limpezas e arrumações, diria que estavam loucos que tinha mais o que fazer. Mudam-se os tempos.... Continuo a ter mais o que fazer, acrescido da manutenção da casa.
Trabalhei sempre fora de casa até há tomada de decisão que os nossos filhos seriam educados em casa. Até as crianças nascerem era fácil, mesmo muito fácil, organizar a casa, bastava ter a atenção de arrumar as coisas no mesmo lugar e mesmo que não o fizesse logo, não havia problema, mais tarde fazia tudo junto e sem grande esforço. Com eles ainda bebés a coisa também corria "sobre rodas", mas quando começaram a andar e a explorar o mundo ao seu redor as coisas começaram a complicar-se, para além de ter de modificar toda a casa nessa fase para não se magoarem nas coisas mais loucas que os ávidos dedinhos conseguem descobrir, nada parecia estar arrumado. Mas mesmo assim conseguia levar-se a coisa, mais ou menos atabalhoadamente. Foi nesse ponto que algumas coisas começaram a ficar para trás e outras mesmo diante dos nossos olhos, como algumas belíssimas pinturas murais (das quais infelizmente perdi as fotos) nas paredes da sala.
Mas foi quando fiquei em casa com eles que "de repente" a casa passou a ter "vida própria" e todo o conceito de arrumação e limpeza mudaram de figura.
Ando a precisar de inspiração na limpeza e manutenção da casa, alguma coisa que me faça não "descarrilar" facilmente.
Lembrei-me dos ensinamentos da Tia Verde Água do conto popular português "Os Dez Anõezinhos da Tia Verde Água" (podem ler aqui). É verdade que são bons conselhos mas não são suficientes.
Por isso tenho andado a explorar o Flylady (o grafismo e os vídeos são um bocadinho assustadores, mas os conselhos são eficazes). Essencialmente, neste sistema, falam na aquisição de hábitos na limpeza e manutenção da casa, a par da manutenção da auto-estima.
Se há uns anos me dissessem que um dia iria estar a escrever sobre limpezas e arrumações, diria que estavam loucos que tinha mais o que fazer. Mudam-se os tempos.... Continuo a ter mais o que fazer, acrescido da manutenção da casa.
