Natal na Horta

Este ano reconciliei-me com o Natal.
Não tendo nenhuma religião que me ligasse à data, apenas as memórias de infância me conseguiam elevar o espírito natalício.
Finalmente compreendi que esta data mais não é do que a festa da família e da sua reunião. Por família entendo não só aqueles com quem tenho laços de sangue mas também aqueles com quem criei laços de coração. É por todos eles, por todos nós que esta quadra existe, pela família.

Aqui fica em retrospectiva o nosso Natal:
Os presentes foram, feitos em casa, sabões, bolinhos e cascas de laranja.
Os sabões foram embrulhados com papel vegetal e depois com rótulos temáticos sobre o seu conteúdo. Tudo feito por nós claro.  

Depois foi feito um pack de sabões em saquinhos de papel vegetal também feitos por nós. Os bolinhos e as cascas de laranja cristalizadas foram também colocados em saquinhos. A terminar colocámos estas etiquetas personalizadas, vindas directamente do Polo Norte ;-) (podem fazer o download das etiquetas aqui).  


Na nossa ceia de Natal tivemos uma inovação, não comemos bacalhau. Foi substituído por perú, da horta claro! O bolo rei foi feito em casa com é hábito.


Depois de jantar preparámos tudo para a chegada do Pai Natal, sapatinhos na chaminé, bolinhos e leitinho. A espera avizinhava-se longa, afinal o Pai Natal é um homem muito atarefado, por isso fomos dormir cedo. De manhã verificámos que não fomos esquecidos, e no sapatinho lá estavam à nossa espera as suas lembranças!


A grande inovação deste Natal foi um teatro representado por nós para a família e amigos. Fizemos de cenografistas, aderecistas, actores e vendedores de bilhetes.  No final de cada espectáculo a Capuchinho oferece sempre as bolachinhas da avó à plateia. 




Tem sido um sucesso de bilheteira e já subiu à cena 5 vezes.