Tinha vários tapetes de trapilho danificados. Estavam guardados sem saber bem que destino lhes dar. Por isso resolvi pôr mãos à obra e restitui-los à vida. Depois de retirar as partes danificadas os tapetes ficavam curtos demais. Por isso resolvi uni-los pela urdidura com nózinhos voltando a ter, embora mais pequenos, tamanhos aceitáveis.
O trapilho retirado dos tapetes foi enrolado em novelo e está pronto a ser usado na horta e em casa sempre que haja necessidade de atar algo. É curioso verificar a difrença de materiais dos vários trapilhos utilizados na confeção dos tapetes. No mais antigo, com perto de 60 anos, o trapilho é feito de restos de roupas reutilizadas cortadas à mão e com espessuras irregulares o que confere ao tapete um aspecto orgânico e a urdidura é bastante mais resistente do que a dos tapetes actuais. Consegui dar forma a uns dos pedaços de trapilho do tapete mais velho e descobri nada mais nada menos do que meias de nylon, daquelas muito antigas que era usadas com ligas e tinham a costura atrás e que numa época de reaproveitamentos, já tinham sido cerzidas e reutilizadas antes de terem sido enviadas para a confeção de tapetes. Curiosamente a urdidura deste tapete rompeu na zona das meias de nylon, muito provavelmente por serem mais abrasivas do que os restantes tecidos.
Com tanto tapete espalhado pelo chão o melhor que há a fazer é dar uma voltinha num. Até amanhã que agora vamos de viagem!
O trapilho retirado dos tapetes foi enrolado em novelo e está pronto a ser usado na horta e em casa sempre que haja necessidade de atar algo. É curioso verificar a difrença de materiais dos vários trapilhos utilizados na confeção dos tapetes. No mais antigo, com perto de 60 anos, o trapilho é feito de restos de roupas reutilizadas cortadas à mão e com espessuras irregulares o que confere ao tapete um aspecto orgânico e a urdidura é bastante mais resistente do que a dos tapetes actuais. Consegui dar forma a uns dos pedaços de trapilho do tapete mais velho e descobri nada mais nada menos do que meias de nylon, daquelas muito antigas que era usadas com ligas e tinham a costura atrás e que numa época de reaproveitamentos, já tinham sido cerzidas e reutilizadas antes de terem sido enviadas para a confeção de tapetes. Curiosamente a urdidura deste tapete rompeu na zona das meias de nylon, muito provavelmente por serem mais abrasivas do que os restantes tecidos.
Com tanto tapete espalhado pelo chão o melhor que há a fazer é dar uma voltinha num. Até amanhã que agora vamos de viagem!


