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01 Novembro 2014

Bolachas de Halloween

A L. lembrou-se, ontem à noite, que queria levar hoje para a festa de halloween bolachas para os amigos. Assim à última da hora, a única coisa que saiu foram bolachas Maria assustadoras.
Cobertas com chocolate branco e  pintadas com chocolate preto. Para as abóboras, ao chocolate branco juntou-se um pouco de corante. E pronto aqui estão elas prontinhas a levar. 





31 Outubro 2014

82 de 365 Dias da Horta Encantada

Noite de magníficas histórias de aterrar.... 



As Nossas Abóboras Lanterna

Eles desenharam, eu cortei. Este foi o resultado, pai, mãe e filho. A família Jack O'lantern!



30 Outubro 2014

81 de 365 Dias da Horta Encantada

" E de repente a vida te vira do avesso, e você descobre que o avesso, é o seu lado certo. "
Caio Fernando de Abreu



"Máquina" de Multiplicar

Com inspiração na tábua de multiplicação Montessori fizemos a nossa.
Com um pedacinho de madeira ainda da construção da nossa casa, 100 "alfinetes" de papel com cabeça vermelha  e dois pauzinhos coloridos construímos a nossa tábua de multiplicar.
Tem sido de uma grande ajuda para compreender a multiplicação.  



29 Outubro 2014

80 de 365 Dias da Horta Encantada

Encontrá-la a pesquisar minuciosamente o conteúdo das minhas gavetinhas e saber que aquelas pequenas coisas são grandes tesouros para ela.



A Bela Abóbora

Embora esteja muito longe de ser fenómeno (como os do Entroncamento) esta foi a nossa maior abóbora do ano, 22 kg. Infelizmente rachou antes de tempo e tivemos que a trazer para o alpendre.
Que belas sopas irá ajudar a fazer!



28 Outubro 2014

79 de 365 Dias da Horta Encantada

Completamente imbuídos do espírito da época. 



Uma Rela na Janela

À noite, uma rela curiosa veio espreitar-nos à janela. Teimosamente não saía de lá sempre a mirar-nos.
Hoje de manhã lembrei-me dela e pensei se ela não seria um príncipe. Devíamos ter-lhe dado um beijo, talvez a salvasse do feitiço... 


27 Outubro 2014

78 de 365 Dias da Horta Encantada

Há lá coisa melhor, do que passear de carrinho de mão?



Sapo, Rã, Rela

Temos tido visitas regulares de sapos nas últimas semanas. Estes amigos hortelãos têm aparecido um pouco por todo o lado no quintal e alguns mais afoitos tem visitado o alpendre. Ao primeiro as crianças chamaram Jeremias e agora cada um que aparece é sempre o Jeremias. O nome vem de uma das histórias de Beatrix Potter, "O Sapo Jeremias".
Sapo Jeremias
Sapo Jeremias Júnior
Sapo Jeremias a salvar as abóboras da entrada dos caracóis 

Como é natural surgiram dúvidas sobre estes simpáticos animais e uma pergunta principal:
Mas qual é afinal a diferença entre sapos, rãs e relas?
A confusão parece ser muita um pouco por todo o lado (eu incluída que nesta resposta contei com a preciosa ajuda do papá). Um exemplo é um dos livros que temos da Beatrix Potter, o tal do "Sapo Jeremias", em que transformaram o Sapo em Rã na tradução, ficando a "Rã Jeremias". Outro exemplo é o Sapo.pt que tem nas suas campanhas um desenho de uma rela. Muitos mais haverá.
Parecem todos iguais.... mas não são.
Fomos pesquisar fotografias antigas dos nossos arquivos, de rãs e relas e comparámos os três. 

Rã 


Rã 


Rela 

Depois de  verem as fotos as crianças lembraram-se delas e baptizaram-nas. Mini, a rã  e Clara, a rela.
Começámos por descobrir o que têm todos em comum, são anfíbios e o seu ciclo de vida é muito semelhante. As relas são rãs arborícolas.
Algumas das diferenças são:
Os sapos passam a maior parte do tempo em terra, as rãs passam a maior parte do tempo em meio aquático e as relas vivem nas plantas.
As patas de uns e outros também diferem consoante o meio em que habitam.
O corpo dos sapos é "gorducho" e o das rãs e relas é mais esguio.

O material grátis do blog  Deceptively Educational sobre sapos e rãs  ajudou-nos imenso.








26 Outubro 2014

77 de 365 Dias da Horta Encantada

"Lua, Lua vais no céu,
Entre as estrelas como um barco a navegar,
Vais para oeste linda Lua,
Vais para oeste e eu vou me deitar"
(a música que lhes cantava, e às vezes ainda canto, na hora de ir dormir) 



25 Outubro 2014

24 Outubro 2014

75 de 365 Dias da Horta Encantada

Ao sexto dia, depois de ter voltado para casa, o primeiro passeio da Teca. 



Preparar o Inverno

Na últimas semanas o lema tem sido desidratar.
Comprámos finalmente um desidratador de alimentos e o seu uso tem sido intenso, não fosse esta a época das colheitas.
Já experimentámos desidratar uvas, morangos, pêras e maçãs.
As uvas demoraram imenso tempo (dias! perdi a conta ao número) e no final não ficaram nada agradáveis.
Os morangos também demoraram imenso tempo (2 dias!) e ficaram bastante agradáveis e saborosos.
As pêras um dia inteiro e também ficaram muito saborosas e de agradável paladar.
As maçãs demoram aproximadamente 2 a 3 horas e também ficam bastante saborosas.
Resumindo:
Não voltamos a desidratar uvas.
Talvez façamos mais alguns morangos pela graça e porque são realmente muito saborosos.
Faremos pêra e com toda a certeza maçã que é a mais rentável e económica de se fazer.

O perfume da fruta que fica pela casa é maravilhoso!

23 Outubro 2014

74 de 365 Dias da Horta Encantada

Enquanto arrumávamos as contas que se tinham espalhado no chão do quarto dela, conversávamos. Falamos do mundo, de nós, das coisas. Longas e saborosas conversas. Como cresceu a minha filha! 



22 Outubro 2014

73 de 365 Dias da Horta Encantada

O meu filho sabe como me fazer rir sem parar com pequenos gestos espontâneos e inesperados.
Duas rodelas de maçã utilizadas com mestria fizeram-me ir às lágrimas de tanto rir!


Papel de Carta

A magia de receber uma carta no correio já mais se igualará a um email. Que bom que é receber na caixa do correio uma carta que nos é destinada, sem ser o peso das contas. Cartas que nos falam de outras vivências e de outras formas de estar. Lembro-me muito bem de em criança, já mais para a adolescência, ter tido correspondentes de várias partes do mundo através de um grupo finlandês que existia na altura. Foi uma coisa que me marcou muito pela positiva.
A L. e o A. fazem agora parte de um grupo de Penpal para crianças em Ensino Doméstico e tem sido um sucesso. Cada carta que recebem é uma alegria. Depois há que responder e nem as mãos se cansam de escrever as palavras de resposta.

Por isso resolvemos fazer papel de carta com motivos de halloween para os correspondentes. Com umas tintas de spray muito velhinhas (tinha até receio que já não funcionassem) pedras e um enfeite de halloween fizemos os nossos novos papeis de carta.
Fica a ideia que pode dar para qualquer motivo que se queira.


21 Outubro 2014

72 de 365 Dias da Horta Encantada

A surpresa de ter o meu "mocho" coberto com uma almofadinha feita pelos meus filhos. O material utilizado foi umas "esponjinhas" de fécula de batata dos trabalhos manuais.

O melhor presente do mundo! 



Saco Outono Inverno

Finalmente o saco/mala para o outono inverno ficou pronto. Utilizei peças de roupa já sem utilidade para o fazer. Por fora umas calças castanhas e uma saia, para o forro uma camisa, a alça de um pedaço de umas calças de bombazine.  


20 Outubro 2014

71 de 365 Dias da Horta Encantada

Há dias em que se vislumbra uma luz ao fundo do túnel.... é por ali o caminho.


19 Outubro 2014

70 de 365 Dias da Horta Encantada

Seis horas depois de ter chegado a casa começamos a vislumbrar o doce olhar da nossa querida Teca.



Um Milagre

Um milagre aconteceu hoje na nossa casa! A nossa cadelinha Teca, que estava desaparecida há quase 3 semanas, apareceu. Depois de muito procurar já tínhamos perdido a esperança de a reencontrar, mas ela voltou. Está "magra que nem um cão", com a patinhas magoadas e muito debilitada. Não sabemos em que "aventuras" andou metida, mas não devem ter sido agradáveis. Mas chegou a casa! E nós vamos tratar dela com todo o carinho do mundo. 
Estamos tão felizes! 

18 Outubro 2014

69 de 365 Dias da Horta Encantada

Ao longe parecia mesmo a Sagrada Família à beira mar.


Esponja Vegetal, Cabaças e Couves

Esponja vegetal, cabaças e couves foi o resultado desta manhã na horta.
As couves são para o almoço!
As cabaças e a esponja são para secar, para mais tarde utilizar.
Este foi o primeiro ano que conseguimos fazer esponja vegetal. Vamos ver se  a secagem corre bem. Era isto que a minha avó utilizava para lavar a loiça e eu gostaria muito de experimentar. Parece-me mais apropriado para a loiça do que para o banho para além de ser bem mais ecológico do que os esfregões verdes de compra.
Quanto às cabaças, na minha cabeça fervilha um milhão de ideias para as utilizar, vamos ver se as consigo por em prática. 

O Peru Que Faz Glu GLu

Nas arrumações do telemóvel o pai descobriu este vídeo do nosso peru as crianças quiserem partilhá-lo aqui no blog para mais tarde recordar.  

video


17 Outubro 2014

Portugal dos Pequenitos, Hoje e Há 60 Anos

Hoje o pai fez-nos uma grande surpresa, ficou em casa de folga. Aproveitarmos para dar um passeio há muito prometido ao Portugal dos Pequenitos em Coimbra.
O avô foi connosco e levou uma foto tirada há 60 anos no Portugal dos Pequenitos, quando tinha aproximadamente a mesma idade dos netos.
Depois de muito procurar lá encontrámos a casa da foto e como não podia deixar de ser repetimos a foto de há 60 anos. Uma boa memória para o avô e para os netos. 


68 de 365 Dias da Horta Encantada


16 Outubro 2014

Clepsidra

Hoje construímos uma clepsidra com duas garrafas de plástico cortadas ao meio ou melhor, duas.
Fizemos furos nas tampas com uma agulha aquecida que facilmente furou o plástico.
Invertemos os gargalos sobre as bases das garrafas e enchemos de água. Imediatamente a água começou a escorrer. Com a ajuda de um cronometro medimos o tempo que a água demorou a escorrer de um recipiente para o outro e marcámos nas garrafas.
Estavam prontas as nossas Clepsidras, os nossos relógios de água.
Depois foi observar e repetir 1001 vezes. 




67 de 365 Dias da Horta Encantada



Não Digas Nada!

Não digas nada! 

Nem mesmo a verdade 
Há tanta suavidade em nada se dizer 
E tudo se entender — 
Tudo metade 
De sentir e de ver... 
Não digas nada 
Deixa esquecer 

Talvez que amanhã 
Em outra paisagem 
Digas que foi vã 
Toda essa viagem 
Até onde quis 
Ser quem me agrada... 
Mas ali fui feliz 
Não digas nada. 

Fernando Pessoa